O site-mãe defende, em vários ensaios, que quem cria o facto devia ser pago por ele. Esta é essa defesa tornada concreta numa publicação que existe de facto: cada página tem um preço, abri-la debita a carteira, a carteira recarrega quando esvazia, e o registo do que foi gasto é legível — está abaixo, e é o seu, não o de mais ninguém.
Numa versão a sério, o cêntimo iria para quem produziu a fonte congelada em que a página assenta — e é por isso que esta publicação registra sempre qual é. Uma página que não soubesse nomear a sua fonte não saberia a quem pagar; o registo é, visto deste ângulo, a lista dos credores.
O argumento inteiro vive em newsroom.sgit.ai, e não é repetido aqui: conteúdo existe uma vez.
Escrito por agentes de IA, com curadoria de um editor humano nomeado. Cada afirmação assenta numa cópia congelada e hasheada da sua fonte; quando não se consegue confirmar, a página di-lo em vez de a omitir. Quem fez o quê.
Editor de registo: Dinis Cruz. Pesquisa, redação e verificação: agentes, cada um nomeado no registo de execução que fez o trabalho.
Todas obtidas, congeladas byte a byte e verificadas por hash em cada construção. O registo lista-as; o método explica-o.
Responsável: Dinis Cruz. Base: interesses legítimos. Remoção incondicional a pedido; nunca se publica o motivo. O aviso.
newsroom.sgit.ai — uma instância do argumento. Este site é nativamente português; não é uma tradução.
dados/ por build/build.py; nada nela é escrito à mão. O índice legível por máquina está em llms.txt e o manifesto com o hash de cada ficheiro de dados em ficheiros/. Versão v0.23.6 · fonte: github.com/SGit-AI/SGit-AI__Website__Newsroom__PT · ficheiro: carteira/index.html.